No Peru: comida, pisco e um pouco de vinho

Um carnaval no Peru muito intenso. Cheio de experiências gastronômicas, vínicas (etílicas) e especialmente pessoais, que é difícil resumir. Poucos dias, mas que pela intensidade pareceram semanas. Difícil voltar ao cotidiano.

Duas coisas me impressionaram bastante no Peru, além dos objetivos óbvios da viagem: a comida, que já sabia da sua riqueza, e o serviço. Os peruanos são especialistas em receber bem. Sejam os serviços turísticos em si, seja em restaurantes, lojas, etc. Voltar pra lá é mais do que uma vontade, é a certeza de estar em ótimo lugar. Todos os dias comi e bebi o que se come e o que se bebe por lá. Claro que os vinhos não ficaram de fora mas os pontos altos da viagem foram:

  • degustação das ótimas cervejas cusqueñas com carpaccio de alpaca
  • pisco sour como drink de boas vindas em todos os lugares
  • ceviches, muitos ceviches, em várias versões.
  • choclos em todas suas versões possíveis: desde o milho de rua até o milho estourado por dentro, a pipoca ao avesso, e a chicha morada, mais ou menos um suco de milho roxo.
  • cuy com purê de papas locais
  • as mais variadas espécies de papas, em forma de chips, nos couverts dos restaurantes
  • todos os tipos de aji, pra esquentar até a alma.

Trouxe na mala uma garrafa de pisco, a famosa bebida peruana, e dois não tão famosos vinhos peruanos. Serão boas surpresas? Veremos!

Sendo este post um post meio off, ressalto que ele é mesmo pra matar um pouco a saudade. Saudade de um lugar tão cheio de cultura própria (e orgulho dela!), de nuances gastronômicas e especialmente cheio de cuidado e ritual com as pessoas e com aquilo que se põe à mesa. Como a companhia era das melhores não havia como esta viagem ser mais perfeita!

Hasta luego Peru!

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