Onde estavam os pinotage?

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Estive recentemente na África do Sul e apesar de a viagem não ter sido uma viagem vínica, confesso que criei uma certa expectativa para degustar alguns dos rótulos que não chegam ao Brasil, e nem à Angola, e talvez degustar o de melhor da “cepa símbolo” do país e minha queridinha: a pinotage.

A pinotage que é um cruzamento da hermitage com a pinot noir sempre me enche os olhos, seja por serem os rótulos mais restritos em termos de opção, seja por agregar um algo a mais com relação à pinot noir.

Em primeiro lugar foi bem fraca a oferta de pinotage nos lugares que freqüentei, desde o aeroporto ao lodge em meio ao parque nacional do Kruger, imaginei que o marketing sobre a casta seria mais abundante. A única opção disponível foi sofrida e muito aquém do famigerado Fairview que aparece sempre no Brasil. Devo confessar que a grande surpresa da viagem foi um blend de Syrah, Cabernet Franc, Merlot e Cabernet Sauvignon, o Alto Rouge.

Ainda insistindo na pinotage trouxe na mala dois exemplares comprados totalmente às cegas no freeshop. Vamos ver se surpreendem, enquando ainda programo a volta pra Africa do Sul, desta vez com os vinhos em primeiro plano.